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Formação em ROBOT em Coimbra

Nos dias 23, 24 e 30 de Setembro e 1 de Outubro de 2011.

Horário:
– Sexta-feira: 16h00 às 20h15;
– Sábado: 9h00 às 18h45

Local: Sala SE.2.1 (2º piso)do Departamento de Engenharia Civil da FCTUC

Duração: 24h

Formador:

Engº Bernardino Lima , Director de Projecto de Estruturas.

Mais informações, aqui.

 

Lâmpadas incandescentes de 60 watts vão ser proibidas

As lâmpadas de 60 watts vão deixar de ser comercializadas no final deste mês. Esta medida, imposta pela União Europeia não está a ser bem recebida, uma vez que as suas alternativas (lâmpadas florescentes compactas) tiveram um aumento de 20% no seu preço.

Esta proibição de comercialização deste tipo de lâmpadas visa combater as alterações climáticas. Assim sendo, até 2013 todas as lâmpadas da categoria C ou inferior deixarão de ser vendidas.

Estima-se que a substituição de lâmpadas incandescentes por lâmpadas mais eficientes permita reduzir os gastos energéticos entre 5 a 10 mil milhões de euros/ano.

saída das lâmpadas incandescentes do mercado será feita de forma gradual e por fases, com vista à substituição por lâmpadas de halogéneo e lâmpadas florescentes compactas.

Recorde-se que em 2009 foram proibidas a venda de lâmpadas incandescentes com mais de 100 watts e em 2010 deixaram de ser comercializadas as de 75 watts.

A partir de 1 de Setembro de 2012 serão proibídas as de 7 a 40 W, enqunto 1 de Setembro será proibida a comercialização de lãmpadas incandescentes com 7 watts ou menos.

(In)Segurança

Chegamos aos 1200 fãs!

Conseguimos chegar aos 1200 fãs no Facebook.

Relativamente à newsletter, já 64 temos subscritores. Faltam 36 para sortearmos o livro. Quem não subscreveu, ainda vai a tempo. Se não forem atingidos os 100 subscritores até ao dia 15 de Setembro, o livro será sorteado entre os subscritores.

Prémio Jornadas Tecnológicas

As Jornadas Tecnológicas propõem um desafio em 2011 às centenas de profissionais que já compareceram neste evento de renome na área electrotécnica. O desafio consiste em enviar por email um testemunho da sua passagem por uma das edições do evento. O melhor testemunho fica habilitado a um convite de três dias para as Jornadas Tecnológicas, que este ano se realizarão de 16 a 18 de Novembro nas instalações da NERSANT, em Torres Vedras, ou a um cheque no valor de 100 euros em livros da Engebook. A participação é simples: basta enviar um pequeno texto ou testemunho da participação e ser original na escrita.

VI edição das Jornadas Tecnológicas

Continuando com o seu cariz itinerante, a 6.ª edição das Jornadas Tecnológicas irá realizar-se de 16 a 18 de Novembro, nas instalações da NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém, em Torres Novas. As inscrições tal como as outras informações já se encontram disponíveis online, em www.jornadastecnologicas.pt.

Como tem sido hábito desde a primeira edição, o Director da revista “o electricista”, Custódio Dias dará o mote para a abertura da 6.ª edição das Jornadas Tecnológicas no dia 16 de Novembro.
O primeiro painel abordará temas actuais e prementes como a eficiência energética no global e igualmente nos espaços comerciais e infraestruturas. A gestão técnica de edifícios, o KNX como standard mundial de edifícios, sem esquecer a importante integração das energias renováveis nos edifícios multifamiliares serão outras das temáticas. Como não podia deixar de ser, a iluminação eficiente, os datacenters e a automação dos edificios também serão referidos no painel dos edifícios eficientes.

No dia 17 de Novembro, no primeiro painel dedicado às telecomunicações será inicialmente abordada a 2.ª edição do Manual ITED e todas as questões e mudanças que lhe estão implícitas.
O ITUR, as redes estruturadas e uma abordagem diferente da TDTsat. Da parte da tarde estará em cima da mesa outro painel – os accionamentos industriais. Sobre este assunto serão apresentadas comunicações sobre as aplicações eficientes com motores eléctricos de elevado rendimento tal como o accionamento mecatrónico com eficiência energética IE4, e não serão esquecidos temas sobejamente importantes a serem utilizados nos accionamentos industriais, como os variadores de frequência e os sistemas e aplicações de segurançprotecções eléctricas, e ainda as particularidades da norma ATEX como um regulamento das características dos equipamentos a colocar nas zonas com perigo de explosão de acordo com a directiva europeia. Além disso também será abordada a disponibilidade e resiliência em sistemas
críticos, as variadas comunicações de segurança e as suas respectivas características, e será ainda explicada a compensação do factor de potência. Para terminar o painel será abordada a conversão de sinais e electrónica e ainda a cogeração e gestão de energia.

Faça já a sua inscrição no website: www.jornadastecnologicas.pt.

Gary Russo, o Sinatra da Construção

Gary Russo, empregado da Construção Civil dos Estados Unidos, alcançou o estrelato ao cantar temas de Frank Sinatra e Neil Diamond.

Assim, todos os dias na sua pausa para almoço, vai para a porta do metro da 2nd Avenue fazer o que mais gosta: cantar.

Novo material de construção diminui os gastos associados à regulação da temperatura nos edifícios

Criado por uma equipa de investigadores chineses, o material, que pode ser produzido em diferentes formas e tamanhos, absorve o excesso de calor quando a temperatura sobe e liberta energia térmica quando o termómetro desce no interior dos edifícios.

Os edifícios, nomeadamente através da regulação térmica no seu interior, contribuem de forma significativa para o Aquecimento Global ao exigir o consumo de energia em grandes quantidades, a que estão associadas elevadas emissões de gases com efeito de estufa.

Neste contexto, é de grande importância o trabalho de uma equipa de investigadores chineses da Universidade de Nottingham, que levou à criação de um material de construção com grande poder de regulação da temperatura, que pode diminuir os gastos de energia do parque edificado em 35%.

O material de acumulação de fase não-deformado, non-deformed storage phase material em inglês, tem uma grande capacidade de acumulação de energia a que está associada uma resposta térmica muito rápida.

Na prática, este material, que poderá ser aplicado em paredes ou telhados, actua absorvendo a energia em excesso quando a temperatura excede determinado valor, libertando-a quando o termómetro desce abaixo dessa mesma temperatura.

Isto permite reduzir a necessidade de utilização do ar condicionado, que passa a ter de ser usado apenas para o controlo da humidade do ar e a circulação do ar.

Apresentado custos de produção reduzidos, o material que, pode ser produzido em diferentes formas e tamanhos e até ser pulverizado sobre superfícies, já tem patente na China, sendo o objectivo dos cientistas responsáveis pelo seu desenvolvimento melhorá-lo e torná-lo comercializável.

Fonte: NaturLink

Mota-Engil vai comprar empresa Brasileira

A Mota-Engil, uma das maiores empresas de construção portuguesa (senão mesmo a maior) deverá confirmar a curto prazo a aquisição de uma empresa de construção brasileira de média dimensão, especializada em obras rodoviárias.

Esta aquisição visa a expansão de negócios desta empresa de construção que tem mais de 60 anos de existência.

Esta informação de negociações foi dada Rafael Rossi, director-presidente responsável pelas operações da Mota-Engil no Brasil.

Mota-Engil, Teixeira Duarte e Soares da Costa no TOP 50

As construtoras portuguesas Mota-Engil, Teixeira Duarte e Soares da Costa integram o ‘ranking’ das 50 maiores empresas de construção da Europa, segundo um estudo da consultora Deloitte. Este estudo, intitulado “European Powers of Construction 2010”, concluiu que os três grupos facturaram, em conjunto, 4,3 mil milhões de euros no ano passado, um valor que compara com os 3,8 mil milhões de euros registados em 2008.

Das três construtoras portuguesas incluídas no estudo, que apresenta o ‘ranking anual das 50 maiores empresas europeias de construção baseando-se no volume de negócios, a Mota-Engil é, à semelhança das últimas edições, a melhor classificada.

A Mota-Engil, é a empresa portuguesa em melhor posição (30º), com cerca de dois mil milhões de euros de volume de negócios no ano fiscal de 2010, acima dos 1,8 mil milhões registados em 2008.

Surge depois o grupo Teixeira Duarte, que ocupa a 37.ª posição, com 1,4 mil milhões de euros, face aos 1,3 mil milhões de euros de 2008 e, por fim, na 47ª posição, o grupo Soares da Costa com um volume de negócios de 894 milhões de euros, acima dos 59 milhões de euros de 2008.

O primeiro lugar da tabela é, à semelhança das edições anteriores do estudo, ocupado pela francesa Vinci, com um volume de negócios total de cerca de 33 mil milhões de euros, no ano fiscal de 2010.

Seguem-se a Bouygues (França), a Hochtief (Alemanha), a ACS (Espanha) e a Eiffage (França).