A frase é polémica, mas é verdade para a maior parte dos trabalhos que se fazem na Universidade. Nunca acharam que o vosso trabalho foi subvalorizado ou sobrevalorizado?
Para lhes provar esta minha teoria, dou-lhes apenas três exemplos do meu tempo de estudante:
Exemplo 1:
Dois trabalhos entregues exactamente iguais, entregues ao mesmo professor (mas em anos diferentes). O que entregou no ano anterior teve 12, o que entregou no seguinte 16. Tudo bem, podiam ter mudado os critérios de correcção.
Exemplo 2:
Dois trabalhos entregues exactamente iguais, entregues a professores diferentes (no mesmo ano). Mais uma vez, notas diferentes. Critérios diferentes também podem ser a justificação, mas não seria justo.
Exemplo 3:
Professor admite que apenas lê as conclusões dos trabalhos (segundo ele, “por vezes nem isso”)
Se assim é, porque é que andamos a perder tempo com trabalhos, a maioria deles com o rótulo de “meramente académico” ou de “na prática não se faz nada disto”? Não podia o tempo ser rentabilizado de uma forma mais útil.
Fica a minha opinião.
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